Escola pública e vinícola recebem o Selo Solar – ambas são as primeiras dos segmentos no país

A Escola Estadual José Luchese, de Lagoa Bonita do Sul, e a Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, ambas do Rio Grande do Sul, receberam o Selo Solar nesta semana. O colégio possui um sistema fotovoltaico de 7,2 kWp, e a empresa de vinhos, de 156 kWp.

O sistema da escola, instalado desde julho de 2016, foi doado pela Japan Tobacco International (JTI) por meio do projeto “Escola Melhor: Sociedade Melhor” e custou R$ 48,6 mil. Em contrapartida, o colégio destina um professor para dar aulas na oficina do programa Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo Suporte à Educação (Arise), uma parceria da empresa com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e com a Organização Não Governamental Winrock International. “Nós educamos e mostramos o conteúdo na prática. Os estudantes estão tendo uma nova visão sobre as energias renováveis e sobre a questão do meio ambiente”, avaliou a diretora Maria Mafalda Pippi.

Já o sistema da Guatambu Estância do Vinho está instalado desde maio de 2016. Custou R$ 1,5 milhões, e a expectativa é de que o retorno do investimento ocorra em oito anos. A conta de energia, que era de R$ 12 mil a R$ 18 mil, passou para cerca de 10% desse valor. “Eu insisto que o mais importante é o ganho de mercado. Depois da instalação passamos a ser reconhecidos. Vieram excursões de vários lugares do país como Rio de Janeiro e São Paulo. Gerou muita mídia espontânea como um case no Museu do Amanhã”.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

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