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Presidente do IDEAL entrega Selo Solar a escola estadual do RS

O presidente do IDEAL, Mauro Passos, entregou o Selo Solar à Escola Estadual de Ensino Médio José Luchese, de Lagoa Bonita do Sul (RS), na última quarta-feira (21/02), em cerimônia no Palácio Piratini, em Porto Alegre, com a presença, entre outras autoridades, do governador do Estado, José Ivo Sartori e do Secretário Estadual de Educação, Ronald Krummenauer. A escola está localizada na região Centro Serra do Vale do Rio Pardo e é a primeira escola pública do Brasil a receber a certificação. Lá foram instalados 25 painéis solares que produzem, em média, 80% da necessidade mensal da instituição de ensino. “A sensação que tenho em um evento como este é de que a semente foi plantada e a ideia está incorporada”, disse Passos referindo-se à implementação da energia solar fotovoltaica.

A aquisição do sistema foi possível graças aos programas da Japan Tobacco International (JTI) chamados “Nossas Comunidades Rurais” e “Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo suporte à Educação (ARISE)” por meio do programa do Governo do Estado “Escola Melhor: Sociedade Melhor”. O ARISE é desenvolvido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela ONG Winrock Internacional (WI) e pela JTI, visando contribuir para a erradicação do trabalho infantil nas lavouras de tabaco da região em que atua. Com a economia na conta da luz foi possível contratar uma professora para atender permanentemente os alunos em oficinas de música que acontecem no contraturno escolar.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

Indústria no RS produz cuias com energia do sol

Fábrica Cuias Jadi, de Frederico Westphalen (RS), produz cuias com o uso de energia solar e espera um retorno de investimento em cinco anos.

As cuias de chimarrão da fábrica Cuias Jadi, de Frederico Westphalen (RS), são comercializadas principalmente no Sul do Brasil, mas também são vendidas no exterior, em países como Argentina, Estados Unidos, Canadá e Alemanha. E, desde outubro de 2017, os produtos possuem um diferencial: o Selo Solar. “É um reconhecimento do nosso trabalho que chega inclusive a outros países. Estamos muito contentes”, afirmou Valéria Ciocari Trevisol, proprietária da empresa junto com o marido Jadir Trevisol.

O fato de produzir sua própria energia, de forma sustentável, e, assim, ter um diferencial comercial, foi um dos motivos que levou os proprietários a investir na energia solar. Mas o que mais pesou mesmo foi a possibilidade de retorno econômico, mais uma prova de que os custos para a implementação desta forma de energia estão caindo.

Segundo Valéria, a empresa tinha capital de giro para investir na tecnologia, mas optou por manter estes recursos em caixa e fazer um financiamento no banco Sicredi. Tudo foi intermediado pela Marsol Energia, uma empresa da cidade. “O custo inicial era alto, mas vimos que teria retorno com o tempo e decidimos investir. Estávamos visualizando o futuro”, contou.

O custo do sistema, com potência de 9,1 kWp, foi de R$ 62 mil, financiado em três anos. A conta de energia, que era de cerca de 800 a 1000 reais por mês, passou para aproximadamente 140, 200 reais. “Teremos o retorno em cinco anos. E, como o sistema tem uma vida útil de no mínimo 25 anos, teremos pelo menos 20 anos de lucro pela frente”, avaliou Valéria.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

IDEAL concede o 90º Selo Solar

O Instituto IDEAL atingiu uma marca importante em 2017: concedeu o 90º Selo Solar. O certificado foi entregue nesta semana para Pedro Paulo Martins, de Santo Amaro da Imperatriz, Santa Catarina, que possui um sistema fotovoltaico de 4,77 KWp instalado desde janeiro de 2017. Somando as potências dos módulos das residências, comércios, indústrias e iniciativas socioambientais que receberam o Selo, chega-se ao valor aproximado de 1,717 MWp.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW. Foi criado para dar visibilidade à energia fotovoltaica. “O Selo Solar está, cada vez mais, cumprindo seu papel de reconhecer o uso pelos consumidores desta energia limpa e sustentável que vem do sol”, afirmou Mauro Passos, presidente do Instituto IDEAL.

O certificado é concedido para pessoas físicas (residências) e jurídicas (comércios e indústrias). As residências somam 39 Selos em várias regiões do país. Já o número de certificações entregues às pessoas jurídicas foi um pouco maior − 48. Receberam o Selo Solar proprietários (as) de negócios de diversos segmentos econômicos, como, por exemplo, a Cuias Jadi (Frederico Westphalen-RS), os postos de combustível Biasi & Cia (RS); a Guatambu Estância do Vinho, de Don Pedrito (RS); o estádio Pituaçu (Salvador, BA), entre outros. O Selo também foi entregue a uma organização social, a Associação dos Municípios do Oeste do Paraná e à Escola Estadual de Ensino Médio José Luchese (Lagoa Bonita do Sul-RS). Acesse o Mapa do Selo Solar para ver todos que o possuem.

Além disso, foram entregues quatro Selos Solares na categoria socioambiental, que contempla iniciativas que utilizam eletricidade solar e estão relacionadas ao meio ambiente e/ou possuem função social. Receberam o certificado socioambiental as duas vans do CineSolar, que pertencem à Associação Cultural Simbora, com sede em São Paulo-SP; a kombi do Circo de la Costa, do Rio de Janeiro-RJ, e os projetos Tamar na Praia do Forte, na Bahia, e em Florianópolis-SC. As vans e a kombi estão equipados com painéis solares, cuja energia é usada nas apresentações realizadas em diversas cidades do Brasil.

Ao todo, unidades consumidoras de 13 estados receberam o Selo Solar. O que mais recebeu foi o Rio Grande do Sul (15), seguido por Rio de Janeiro (13), Minas Gerais (12) e Santa Catarina e São Paulo (ambos com 10). Completam a lista Mato Grosso do Sul (9), Paraná (7), Bahia (6), Espírito Santo (3), Distrito Federal (2) e Alagoas, Ceará e Pernambuco (todos com um).

O número de Selos concedidos também tem aumentado ano a ano. Foram 13 em 2013; 8 em 2014 e em 2015; 23 em 2016 e 38 em 2017. O consultor do Programa América do Sol e gestor do projeto no Instituto IDEAL, Maurício Frighetto, acredita que o aumento está relacionado com a maior visibilidade e conhecimento público da certificação, assim como à revisão das diretrizes em 2016, o que facilitou os critérios e tornou mais eficiente a análise dos documentos.

Posto e fábrica de cuias recebem o Selo Solar do Instituto IDEAL

O Instituto IDEAL concedeu o Selo Solar para a Cuias Jadi, de Frederico Westphalen, e para o posto de combustíveis São Paulo, de Giruá, ambos do Rio Grande do Sul. Os sistemas fotovoltaicos das empresas possuem potência, respectivamente, de 9,1 kWp e 35 kWp, e foram instalados em fevereiro e janeiro deste ano. A empresa de cuias é a primeira do segmento a receber a certificação no país.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

IDEAL concede primeiro Selo Solar para o Ceará

O Instituto IDEAL concedeu quatro Selos Solares nesta semana para unidades que produzem energia fotovoltaica. A Pousada Nova Oasis do Rei, localizada em Aracati, foi a primeira do Ceará a receber a certificação. Um posto de combustível e uma fábrica de cuias, no Rio Grande do Sul, além de uma empresa de tecnologia do Mato Grosso do Sul, também receberam o Selo.

A Pousada Nova Oasis do Rei possui um sistema fotovoltaico de 6 kWp instalado desde novembro de 2016. “Optamos pela energia solar por dois motivos: porque ela é limpa e econômica. O Selo Solar mostra que estamos fazendo o certo”, afirmou o proprietário Aleksandro Oliveira do Nascimento. Atualmente, cerca de 30% da energia consumida é gerada no empreendimento. O objetivo é ampliar o sistema.

O IDEAL também concedeu o Selo Solar para um posto e uma indústria no Rio Grande do Sul. A Cuias Jadi, de Frederico Westphalen, possui um sistema de 9,1 kWp instalado desde janeiro deste ano. Já o posto São Paulo, de Giruá, tem um sistema de 35 kWp, que funciona desde fevereiro.

O outro Selo foi concedido para a Silis Tecnologia, localizada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A empresa, especializada no desenvolvimento de tecnologia fotovoltaica, possui um sistema de 6 kWp instalado desde outubro de 2016.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

Academia e hotel recebem Selo Solar

A academia MetaFitness, de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, e o Pit Stop Hotel, de Itatiba, em São Paulo, receberam o Selo Solar este mês. Os sistemas fotovoltaicos (FV) são, respectivamente, de 31,8 kWp e de 20 kWp.

O sistema FV da MetaFitness está instalado desde janeiro deste ano. Além de colocar a certificação nas principais salas da academia, o objetivo expresso no plano de marketing apresentado na solicitação do Selo Solar, é fazer uso da certificação nas redes sociais e em peças publicitárias. A ideia é ajudar na conscientização do uso de energias renováveis.

Já o sistema FV do Pit Stop Hotel está instalado desde fevereiro de 2016. A ideia também é de aumentar a conscientização sobre as alternativas sustentáveis usando a marca do Selo Solar e divulgando a iniciativa em jornais.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

IDEAL concede primeiro Selo Solar a uma vinícola

Os vinhos da Guatambu Estância do Vinho, localizada em Dom Pedrito, na região da campanha gaúcha, são produzidos com energia solar. E, em breve, quem consumir a bebida poderá ver, nos rótulos das garrafas, a marca do Selo Solar, certificação concedida pelo Instituto IDEAL neste mês. “Com muita alegria soubemos da notícia de que vamos receber o Selo. Se trata de um passo importante para mostrar que nossos vinhos são sustentáveis”, afirmou Valter José Pötter, diretor-proprietário da empresa.

A vinícola, que além de produzir vinhos recebe turistas, foi construída para ser sustentável. “Trabalho há 50 anos no campo e aprendi o que é certo, o que é errado e o que é possível fazer. A primeira razão de optarmos pelo uso da energia solar é porque ela é sustentável”, relatou o diretor-proprietário. Além da fonte alternativa de energia, a água da chuva é reutilizada, e os resíduos líquidos e sólidos são utilizados, respectivamente, na irrigação e no tratamento de animais.

A segunda razão para o uso de energia solar foi a busca por um diferencial no mercado, já que a venda de vinhos é altamente competitiva. Segundo Valter José Pötter, são mais de 100 mil rótulos disputando espaço no Brasil, muitos deles importados, em que são embutidos menos impostos ou, até mesmo, contrabandeados. “Tínhamos que ter um diferencial para conquistar mercado. E apostamos na sustentabilidade”.

No início do projeto, os proprietários da Guatambu começaram a buscar informações sobre a energia eólica, já que a região contava com diversos parques eólicos. Um pesquisador da Pontifícia Universidade Católica (PUC) chegou a analisar a situação em sua tese de doutorado, mas concluiu que o vento, no local onde estava a empresa, não era o adequado. Seria necessário um investimento muito alto. Então, começaram os testes com energia solar.

Inicialmente, foi realizado um piloto, com 18 painéis, no fim de 2014. Na época, não havia na região indústrias em funcionamento com sistemas solares, apenas residências. “Tínhamos que testar como seria com o clima de região, com chuvas de pedras, sol de 40 graus, geada, ventania. Como iria se comportar?”, lembrou Pötter. O resultado agradou. Foram instaladas 100 placas, totalizando 156 kWp, com uma tecnologia superior e uma melhor estrutura. Para a surpresa, o sistema gerou de 20% a 25% a mais do que o projetado. Toda energia da Guatambu Estância do Vinho é suprida e ainda sobra um excedente para ser usado em outros negócios do proprietário.

Foram investidos R$ 1,5 milhões. A conta de energia, que girava em torno de R$ 12 a 18 mil, caiu para cerca de 10%, contando a demanda contratada e os impostos. A expectativa é de que o investimento seja abatido em um período em torno de oito anos. “Mas eu insisto que o mais importante é o ganho de mercado. Depois da instalação passamos a ser reconhecidos. Vieram excursões de vários lugares do país, como Rio de Janeiro e São Paulo. Gerou muita mídia espontânea.”

No entanto, a mais recente conquista e reconhecimento recebidos pela Guatambu foi o Selo Solar, uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW. Desta forma, a vinícola se tornou a primeira do Brasil a possuir a certificação.

Escola pública e vinícola recebem o Selo Solar – ambas são as primeiras dos segmentos no país

A Escola Estadual José Luchese, de Lagoa Bonita do Sul, e a Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, ambas do Rio Grande do Sul, receberam o Selo Solar nesta semana. O colégio possui um sistema fotovoltaico de 7,2 kWp, e a empresa de vinhos, de 156 kWp.

O sistema da escola, instalado desde julho de 2016, foi doado pela Japan Tobacco International (JTI) por meio do projeto “Escola Melhor: Sociedade Melhor” e custou R$ 48,6 mil. Em contrapartida, o colégio destina um professor para dar aulas na oficina do programa Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo Suporte à Educação (Arise), uma parceria da empresa com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e com a Organização Não Governamental Winrock International. “Nós educamos e mostramos o conteúdo na prática. Os estudantes estão tendo uma nova visão sobre as energias renováveis e sobre a questão do meio ambiente”, avaliou a diretora Maria Mafalda Pippi.

Já o sistema da Guatambu Estância do Vinho está instalado desde maio de 2016. Custou R$ 1,5 milhões, e a expectativa é de que o retorno do investimento ocorra em oito anos. A conta de energia, que era de R$ 12 mil a R$ 18 mil, passou para cerca de 10% desse valor. “Eu insisto que o mais importante é o ganho de mercado. Depois da instalação passamos a ser reconhecidos. Vieram excursões de vários lugares do país como Rio de Janeiro e São Paulo. Gerou muita mídia espontânea como um case no Museu do Amanhã”.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

Imobiliária de São Borja (RS) recebe o Selo Solar

A Imobiliária Ícaro, de São Borja, no Rio Grande do Sul, recebeu o Selo Solar este mês. O sistema fotovoltaico, de 13,95 kWp, está instalado desde agosto de 2016 no telhado da empresa.

Além de produzir toda a energia consumida na imobiliária, parte dela é usada para abater a conta de luz da residência do proprietário da empresa, Gilberto Parcianello. Esta operação é chamada de autoconsumo remoto.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

 

Com informações de www.selosolar.com.br.

Histórias Solares: Casas para difundir a sustentabilidade

Conheça a história de dois proprietários de residências solares no interior do Paraná que buscam difundir a consciência ecológica, além de terem diminuído a conta de luz. Ambos obtiveram o Selo Solar neste mês e mostram como as residências podem ser usadas para difundir a importância da energia solar e das ideias sobre sustentabilidade. Bernardino e Euclides esperam levar estudantes das cidades de São Miguel do Iguaçu e Medianeira para conhecerem suas usinas solares.

O administrador Bernardino Crestani costumava ter curiosidade sobre as tecnologias solares. Após fazer um curso técnico em São Paulo, resolveu instalar um sistema fotovoltaico em sua casa, localizada em São Miguel do Iguaçu, para aliar economia na conta de luz e a promoção da sustentabilidade. “No começo eu era cético, mas depois percebi que poderia dar certo e conseguiria contribuir com a geração de energia limpa”, afirmou.

A conta de luz da sua casa ficava em torno de R$ 400, R$ 450 por mês. Após a instalação do sistema, cujo investimento foi de R$ 32 mil, aproximadamente, Bernardino reduziu em mais de 300 reais sua conta de luz. Isso porque a fatura ainda inclui taxa referente ao custo de disponibilidade, iluminação pública e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O Paraná é um dos cinco estados brasileiros que ainda persistem na cobrança do imposto sobre a autoprodução de energia renovável.

Bernardino quer difundir as ideias sobre a energia mais limpa usando o Selo Solar, que ele fixará em uma placa na frente de sua residência. Além disso, pretende fazer uma parceria com escolas e receber estudantes em sua casa para conhecerem o sistema fotovoltaico. “A gente percebe que a maioria das pessoas não sabe o que é energia solar. Muitos não sabem a diferença entre aquecimento de água e geração de energia solar. Penso que, começando pelas crianças, elas poderão levar a informação para os pais e ajudar a criar uma consciência ecológica”, disse.

Ideia semelhante tem o casal Marli Albertina Rosso e Euclides Walker, cuja casa em Medianeira também recebeu o Selo Solar nesta semana. Uma das metas do casal é levar estudantes para conhecerem o sistema. “O objetivo é difundir a ideia. Se falar de energia solar, poucos vão saber o que é. A ideia é despertar a consciência ecológica, mostrar que é possível”, disse o empresário Euclides Walker.

O empresário ainda espera trabalhar com energia fotovoltaica no futuro. Mas, enquanto isso não ocorre, optou por fazer um projeto na sua própria residência. O investimento foi de R$ 30 mil, fazendo com que a conta diminuísse entre 500 e 600 reais por mês, pagando agora cerca de R$ 100. Como no caso de Bernardino, parte deste valor vai para pagar o custo de disponibilidade, iluminação pública e ICMS.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.