Posts

SELO-SOLAR_RGB_WEB

Indústria de pré-moldados de Alagoas é a primeira do setor e do estado a receber o Selo Solar

A Pré-Moldados Empresarial Alagoas, de Maceió-AL, é a primeira unidade consumidora do setor e também do estado a receber o Selo Solar. O sistema solar fotovoltaico, com potência de 92 kWp, está instalado desde dezembro de 2016. “Com o Selo Solar, podemos mostrar para a sociedade que estamos contribuindo para o meio ambiente e alinhados com as necessidades do mundo”, afirmou o proprietário da indústria, Roberto Boness.

O principal objetivo da iniciativa foi mitigar os danos à natureza, já que a indústria que trabalha com cimento é poluidora. “Conseguimos zerar a emissão de gases poluidores e compensar os danos à natureza”, disse Boness. O sistema solar fotovoltaico se soma a outras iniciativas sociais da Pré-Moldados Empresarial Alagoas.

De acordo com Boness, a indústria também atua com um projeto de reeducação de presos. Há cinco anos, detentos trabalham na indústria durante o dia e voltam para as penitenciárias à noite. Já participaram da iniciativa 150 presidiários. “Buscamos ter um perfil sócio-ambiental responsável”, afirmou Boness.

Do ponto de vista financeiro, a economia mensal ficou em torno de oito a 10 mil reais por mês. A expectativa é de que o retorno do investimento, de R$ 500 mil, ocorra em cerca de cinco anos.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

foto-biasi_site

Postos Biasi são os primeiros do setor a receberem o Selo Solar

Os Postos Biasi, de São José do Ouro, no Rio Grande do Sul, foram os primeiros do segmento no Brasil a receberem o Selo Solar por utilizarem energia solar fotovoltaica. O sistema instalado, de 20,08 kWp, tem garantido o abastecimento de 100% do consumo de energia de dois postos de combustível, gerando uma economia de aproximadamente R$ 2 mil por mês.

O sistema fotovoltaico está localizado no telhado do posto da rua Santo Gelain desde junho de 2016. Inicialmente, a expectativa era de que a geração de energia abastecesse cerca de 80% da conta de luz dessa unidade. No entanto, neste verão, com a incidência solar mais forte, a produção está tão grande que os créditos gerados são distribuídos ao outro posto da empresa, localizado na avenida Marechal Floriano. E, além de abater 100% da conta de luz dos dois postos, o sistema ainda está gerando crédito a compensar nas próximas faturas.

A partir da Resolução Normativa nº 482/2012, que regulamentou o sistema de geração distribuída no Brasil, quando uma unidade produz mais energia do que consome, os créditos podem ser armazenados ou utilizados em outra unidade previamente cadastrada, desde que dentro de uma mesma área de concessão. Essa operação, realizada nos Postos Biasi, é caracterizada como autoconsumo remoto.

Segundo Lirio Biasi, sócio-proprietário da empresa, além do aspecto da economia financeira, contribuir com o meio ambiente diminuindo o impacto ambiental dos postos, é outro importante objetivo da instalação. A empresa também buscou inovação tecnológica ao ser uma das precursoras do uso de energia fotovoltaica na região.

“O Selo Solar representa o reconhecimento, por parte de uma instituição séria que é o Instituto IDEAL, do esforço dos Postos Biasi em fazer sua parte na sustentabilidade do planeta. É também uma maneira de chamar a atenção das pessoas à volta para a causa, e incentivar o uso da energia solar fotovoltaica”, afirmou Biasi.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

foto-kombi-solar

Circo e cinema itinerantes recebem Selo Solar

A kombi do Circo De La Costa, de Itaboraí, no Rio de Janeiro, e a segunda van do CineSolar, da Associação Cultural Simbora, com sede em São Paulo-SP, receberam este mês o Selo Solar Socioambiental por utilizar 100% de energia solar em suas sessões e apresentações. Ambos são projetos itinerantes que difundem a sustentabilidade de suas iniciativas por meio da arte. O Circo De La Costa destina parte de sua arrecadação para ações de reflorestamentos nas cidades onde se apresenta. As sessões do CineSolar são sempre gratuitas.

O sistema fotovoltaico (FV) conectado a baterias que abastece o Circo De La Costa tem uma potência de 0,24 kWp. O sistema FV da segunda van do CineSolar tem 0,84 kWp de potência nominal. As duas estações móveis do CineSolar tem agora a chancela do Selo Solar, uma iniciativa do Instituto IDEAL e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

foto-inovati-care

Clinica odontológica e produtora recebem o Selo Solar

Duas empresas de diferentes segmentos da prestação de serviços, a clínica odontológica Inovati Care, de Uberlândia (MG), e a Empório Produções Gráficas e Eletrônicas, de Santa Cruz do Sul (RS), receberam em setembro o Selo Solar ao comprovar consumo de energia fotovoltaica há, pelo menos, seis meses. Ambas são pioneiras na certificação em sua área de atuação.

A Inovati Care instalou um sistema de 12,5 kWp e a Empório um de 5 kWp. Ambos foram instalados sobre o telhado e, nos dois casos, as empresas atenderam às novas diretrizes do Selo Solar, divulgadas em julho deste ano. Acesse http://www.selosolar.com.br/regras/ para saber mais.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

SELO-SOLAR_RGB_WEB

Selo Solar: novas diretrizes facilitam o processo de solicitação

As diretrizes do Selo Solar, uma certificação para consumidores que consomem eletricidade a partir da geração fotovoltaica (FV), foram reformuladas com o propósito de facilitar o processo de solicitação do Selo e de avaliação do mérito. Agora temos duas categorias com regras próprias e específicas: Mercado Livre e Geração Distribuída. Desenvolvido pelo Instituto IDEAL, com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da GIZ e KfW, o Selo Solar tem ainda, desde 2015, a chancela do WWF-Brasil. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) é parceira da iniciativa na categoria Mercado Livre desde a sua criação, em 2012.

A categoria Geração Distribuída irá atender a consumidores residenciais, comerciais, rurais, estatais e industriais proprietários de um micro ou minigerador FV conectado à rede. Para eles, houve mudança no critério. A exigência agora é comprovar uma potência fotovoltaica instalada mínima, que varia conforme o subgrupo tarifário ao qual a unidade consumidora está classificada.

Para consumidores livres, especiais e autoprodutores, os critérios de consumo de energia solar seguem os mesmos. Estes só podem receber o Selo Solar se alcançarem um valor mínimo de energia consumida (em MWh por ano) por subgrupo tarifário, que constam nas diretrizes da categoria Mercado Livre.

Ao exigir apenas documentos digitais, todo o processo torna-se mais simples e ágil. A declaração de anuência, por exemplo, agora precisa ser enviada apenas eletronicamente, e não mais por correio ordinário. A relação de documentos, igualmente, é específica para cada categoria, sendo que para geração distribuída, os documentos também são claramente diferenciados para pessoa física e jurídica.

Outra mudança que agilizará os trâmites do processo é a determinação de prazos. Os solicitantes terão um tempo máximo para responderem às dúvidas que surgirem no processo de avaliação e, o mais importante, para encaminhar a documentação depois de preencherem o formulário online. Essa deve estar completa e em um único email (arquivos zipados ou em um PDF que reúna a todos). A análise pelo IDEAL só iniciará diante da confirmação do recebimento da documentação completa.

Igualmente, as novas diretrizes se adequaram às alterações na Resolução Normativa 482 da ANEEL com a inclusão de critérios para as novas modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada na Categoria Geração Distribuída Outro ponto muito importantes está relacionado ao tempo mínimo de funcionamento do gerador FV: o sistema deve estar em funcionamento por, pelo menos, seis (6) meses, em ambas as categorias.

Diretrizes Mercado Livre
Diretrizes Geração Distribuída

IDEAL-13

Especialistas apontam desafios para ganhar escala em geração distribuída no Brasil

Se em 2015 o perfil do Seminário Energia + Limpa foi mais técnico e conceitual para debater as alternativas e desafios do setor energético como um todo, a 7ª edição do evento, promovida pelo Instituto Ideal e Universidade Federal de Santa Catarina, ganhou uma abordagem mais prática. Essa foi a conclusão do presidente do Instituto, Mauro Passos, após a realização de dois painéis e de um workshop com especialistas nacionais para discutir caminhos para a popularização da geração distribuída. “A pauta das energias alternativas é relevante não só para o Brasil, mas para o mundo todo. Especificamente aqui, a expansão do mercado passa pela conquista de maior escala que torne o cenário mais competitivo”, observou Passos.

Diante de um público de mais de 200 pessoas, entre estudantes, pesquisadores e empresários do setor, o secretário executivo da Organização Latino-Americana de Energia (OLADE), Fernando Ferreira, alertou: há aproximadamente 30 milhões de pessoas sem acesso à energia na região da América Latina e Caribe. Para Ferreira, trata-se, portanto, de uma oportunidade valiosa para a expansão do mercado das energias alternativas. “Essa modalidade passou a ser não só um negócio sustentável ou ecologicamente correto, mas principalmente vantajoso financeiramente. Promover um espaço de debate e de troca de conhecimentos e experiências, como neste Seminário, é muito importante para disseminar essa cultura”, afirmou.

A abertura do evento contou ainda com a participação do deputado estadual Dirceu Dresch (PT), representando a Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina e de representantes da Engie Solar, Caixa, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Quantum Engenharia, patrocinadores do encontro. Também estivam representadas as demais entidades apoiadoras: CELESC, WWF Brasil, Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da GIZ, e FIESC.

Incentivos à mobilização

Na ocasião, o presidente do Ideal e o coordenador de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, assinaram um acordo para reforçar a parceria entre as duas entidades para a continuidade do projeto Selo Solar. Segundo a gerente de projetos do Ideal, Paula Scheidt, as novas diretrizes do selo, que certifica e reconhece empresas, residências e instituições públicas e privadas que investem em eletricidade solar, devem ser apresentadas ainda em julho deste ano.

Os participantes do Seminário puderam conhecer ainda, em primeira mão, o vídeo institucional do América do Sol, maior programa de disseminação da energia solar fotovoltaica no Brasil. O audiovisual é uma realização do cineasta socioambiental Todd Southgate e da jornalista Andressa Braun, assessora de comunicação do IDEAL. O filme tem versões legendadas ao espanhol e ao inglês, e conta com o apoio da Eletrosul Eletrobrás, Organização Latino-Americana de Energia (OLADE) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Assista aqui.

Inspirar pelo exemplo

Destinado a apontar caminhos para a popularização da geração distribuída no setor empresarial, o primeiro painel do evento foi mediado por Mauro Passos e contou com a participação do presidente da Câmara de Energia da FIESC, Otmar Josef Müller; do gerente de planejamento do BRDE, Felipe de Castro Couto; e do presidente da Engie Solar, Rodolfo de Sousa Pinto. Müller destacou que a disseminação das energias renováveis é uma pauta importante para a indústria catarinense pelo ganho de competitividade que pode ser gerado, e indicou a expansão de linhas de crédito e isenção do ICMS como uma das principais bandeiras da entidade, neste contexto.

Neste painel, também foram apresentadas as linhas de financiamento disponíveis para projetos de geração distribuída e desafios de disseminação. O presidente da Engie Energia apresentou um histórico da evolução da energia solar no Brasil e destacou que focar no público alvo é fundamental para impulsionar as instalações, tanto no mercado privado, como no setor empresarial. “Há diferentes modalidades de conexão à rede de distribuição. É preciso gerar entendimento sobre isso, para que o investimento seja cada vez mais vantajoso. Necessitamos, contudo, que os pequenos usuários tenham condições tão favoráveis quanto os grandes empreendimentos”, disse.

O segundo painel, focado na popularização da geração distribuída nas cidades e mediado pelo Coordenador de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, reuniu o especialista em Regulação da ANEEL, Marco Aurélio Lenzi Castro; o assessor de Captação de Recursos do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Daniel Chang; a assistente de Projeto da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV), Camila Japp; e o analista de Gerência Técnica da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Marco Olívio Morato de Oliveira.

Castro apresentou as principais mudanças da Resolução Normativa nº 482/2012 que criou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. “A disseminação da geração distribuída é, sem dúvidas, um movimento de baixo para cima, em que a iniciativa privada deve buscar seu protagonismo sem depender apenas do governo”, salientou. Entre os pontos destacados pelo representante do MCTI, estão os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), proposta aprovada pela ONU, em setembro de 2015, como uma espécie de evolução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM); e que traz a energia limpa e acessível como uma meta.

O potencial das cooperativas como consumidoras e também produtoras de energias renováveis foi consenso entre os representantes da DGRV e da OCB. Para Camila, o modelo de negócio característico das cooperativas favorece não só o desenvolvimento regional, mas principalmente o empoderamento dos cidadãos, aspecto fundamental para a popularização do fomento às renováveis. Segundo Oliveira, no contexto brasileiro, o custo dos equipamentos, a escassez de mão de obra qualificada, a oscilação do mercado e a falta de cultura de investimento em projetos de longo prazo são alguns dos desafios deste processo de expansão do setor.

Workshops

A realização de workshops foi uma das novidades desta 7ª edição do Seminário Energia + Limpa. Com moderação do professor Ricardo Rüther, a primeira parte da atividade focou em normais técnicas e procedimentos. Marco Aurélio Lenzi Castro apresentou um passo a passo para ter um sistema FV conectado à rede; e o engenheiro da Celesc Thiago de Oliveira Cassel indicou os padrões de conexão da distribuidora. Já o engenheiro Ruy Tiedje, da Quantum Engenharia, fez um comparativo da evolução da geração distribuída em diferentes regiões do país e salientou que conquistar a confiança do consumidor é um dos principais desafios para a expansão deste mercado. “É fundamental investir nos processos de pós-venda, promovendo maior diálogo entre consumidores, concessionárias e distribuidora, principalmente para acompanhar a alteração do perfil de consumo após a instalação do sistema de geração.”

A última etapa do workshop trouxe para a pauta um dos temas mais palpitantes, quando o assunto é a popularização da geração distribuída: o retorno financeiro sobre o investimento. O CEO da Solar Energy do Brasil, Hewerton Martins, afirmou que é preciso consolidar um processo educacional para que os consumidores se tornem geradores da sua própria energia, o que passa por aspectos como a percepção do consumidor em relação à conta de luz e ao conceito do autoconsumo. Já o diretor de Negócios da Sicoob Ecocredi, João Corrêa Júnior, compartilhou a experiência na construção da nova sede administrativa da cooperativa, localizada em Três Coroas/RS. A construção se destaca pelo sistema de geração de energia. A edificação conta com 184 placas fotovoltaicas, em 10 arranjos, que devem gerar, em média, 69.030 kWh/ano, para atender 50% da demanda de energia no local. O investimento foi em torno de R$ 300 mil e o prazo de retorno é de oito anos, em média.

SAMSUNG CAMERA PICTURES

Suspensas novas solicitações do Selo Solar para reformulação das diretrizes

Novos pedidos de Selo Solar estão suspensos até o segundo semestre deste ano em função da reformulação das diretrizes para sua concessão. A data de retomada do aceite de novas solicitações será amplamente divulgada, assim como as novas diretrizes, que estão sendo revistas com o propósito de facilitar o processo para o solicitante e se adequar à evolução do mercado solar.

O último Selo concedido antes das novas regras foi a uma consumidora de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, que comprovou capacidade instalada de 2,5 kWp e atenção aos critérios estabelecidos pelo Instituto Ideal e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O Selo Solar tem o apoio do WWF Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

EliteOrganizacaoContabil_SeloSolar

IDEAL entrega cinco novos Selos Solares

A Organização Contábil e Fiscal Elite, de Santa Cruz do Sul-RS, a Elcosul Indústria e Comércio de Produtos Eletromecânicos, de Curitiba, e uma residência em Itá, os dois últimos no Paraná, receberam o Selo Solar no mês de fevereiro. As capacidades instaladas são de 20 kWp, 50 kWp e 4,95 kWp, respectivamente. Também no início do ano, duas unidades consumidoras do Espírito Santo receberam a certificação: A BVK Engenharia, de Vila Velha, com capacidade instalada de 2,25 kWp, e uma residência de Vitória com 3,50 kWp. Os cinco atenderam aos critérios estabelecidos pelo Instituto Ideal e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nas diretrizes da respectiva certificação. É a primeira vez que se entrega a certificação a uma empresa do setor de contabilidade. O Selo Solar tem o apoio do WWF Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

WWF Assinatura Acordo Parceria

Ideal firma parceria com WWF-Brasil

Na última semana, o presidente do Instituto Ideal, Mauro Passos, e o superintendente do WWF-Brasil, Mário Barroso, oficializaram parceria de trabalho para a promoção da energia solar fotovoltaica em larga escala no Brasil, ao assinarem carta de projeto em Brasília (DF), no escritório da instituição. “Mais do que uma parceria de futuro, esta é uma parceria presente porque agrega a experiência do Ideal na promoção da energia solar FV à importância internacional do WWF-Brasil”, declara Passos. Como forma de incentivar esse mercado, será realizada uma campanha de comunicação que lançará ao país o desafio de atingir 10 GW de energia FV instalada até 2025.
Barroso (WWF-Brasil) ressaltou a importância de se trabalhar em rede para alcançar melhores resultados. “Da mesma forma que a geração de energia de forma descentralizada potencializa a matriz elétrica brasileira, a atuação em conjunto, tal como a parceria com o Ideal, amplifica o alcance de nossas ações e traz melhores resultados.” Passos reconhece a importância do acordo em função dos compromissos históricos que as duas instituições têm em relação a mudanças climáticas e energia.

Além da campanha de divulgação da energia solar FV no âmbito do programa do Ideal América do Sol, a parceria prevê a realização de estudos sobre linhas de financiamento e o aprimoramento das diretrizes do Selo Solar, concedido pelo Instituto e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

DCIM101GOPROG0622585.

Ideal concede dois novos Selos Solares

A empresa instaladora de sistemas fotovoltaicos Renew Energias Renováveis, de Jundiaí-SP, e a residência de Tatiana Correa Góes Mendonça, em Florianópolis-SC, receberam esta semana o Selo Solar. Ambos atenderam aos critérios estabelecidos pelo Ideal e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nas diretrizes da respectiva certificação.

O sistema FV da Renew tem 2,88 kWp de potência, suficiente para alimentar 100% da demanda energética do imóvel. Já o da residência é de 3,5 kWp e cobre cerca de 55% de consumo elétrico total.

O Selo Solar tem o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do KfW Banco de Fomento Alemão.