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IDEAL concede o 90º Selo Solar

O Instituto IDEAL atingiu uma marca importante em 2017: concedeu o 90º Selo Solar. O certificado foi entregue nesta semana para Pedro Paulo Martins, de Santo Amaro da Imperatriz, Santa Catarina, que possui um sistema fotovoltaico de 4,77 KWp instalado desde janeiro de 2017. Somando as potências dos módulos das residências, comércios, indústrias e iniciativas socioambientais que receberam o Selo, chega-se ao valor aproximado de 1,717 MWp.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW. Foi criado para dar visibilidade à energia fotovoltaica. “O Selo Solar está, cada vez mais, cumprindo seu papel de reconhecer o uso pelos consumidores desta energia limpa e sustentável que vem do sol”, afirmou Mauro Passos, presidente do Instituto IDEAL.

O certificado é concedido para pessoas físicas (residências) e jurídicas (comércios e indústrias). As residências somam 39 Selos em várias regiões do país. Já o número de certificações entregues às pessoas jurídicas foi um pouco maior − 48. Receberam o Selo Solar proprietários (as) de negócios de diversos segmentos econômicos, como, por exemplo, a Cuias Jadi (Frederico Westphalen-RS), os postos de combustível Biasi & Cia (RS); a Guatambu Estância do Vinho, de Don Pedrito (RS); o estádio Pituaçu (Salvador, BA), entre outros. O Selo também foi entregue a uma organização social, a Associação dos Municípios do Oeste do Paraná e à Escola Estadual de Ensino Médio José Luchese (Lagoa Bonita do Sul-RS). Acesse o Mapa do Selo Solar para ver todos que o possuem.

Além disso, foram entregues quatro Selos Solares na categoria socioambiental, que contempla iniciativas que utilizam eletricidade solar e estão relacionadas ao meio ambiente e/ou possuem função social. Receberam o certificado socioambiental as duas vans do CineSolar, que pertencem à Associação Cultural Simbora, com sede em São Paulo-SP; a kombi do Circo de la Costa, do Rio de Janeiro-RJ, e os projetos Tamar na Praia do Forte, na Bahia, e em Florianópolis-SC. As vans e a kombi estão equipados com painéis solares, cuja energia é usada nas apresentações realizadas em diversas cidades do Brasil.

Ao todo, unidades consumidoras de 13 estados receberam o Selo Solar. O que mais recebeu foi o Rio Grande do Sul (15), seguido por Rio de Janeiro (13), Minas Gerais (12) e Santa Catarina e São Paulo (ambos com 10). Completam a lista Mato Grosso do Sul (9), Paraná (7), Bahia (6), Espírito Santo (3), Distrito Federal (2) e Alagoas, Ceará e Pernambuco (todos com um).

O número de Selos concedidos também tem aumentado ano a ano. Foram 13 em 2013; 8 em 2014 e em 2015; 23 em 2016 e 38 em 2017. O consultor do Programa América do Sol e gestor do projeto no Instituto IDEAL, Maurício Frighetto, acredita que o aumento está relacionado com a maior visibilidade e conhecimento público da certificação, assim como à revisão das diretrizes em 2016, o que facilitou os critérios e tornou mais eficiente a análise dos documentos.

Posto e fábrica de cuias recebem o Selo Solar do Instituto IDEAL

O Instituto IDEAL concedeu o Selo Solar para a Cuias Jadi, de Frederico Westphalen, e para o posto de combustíveis São Paulo, de Giruá, ambos do Rio Grande do Sul. Os sistemas fotovoltaicos das empresas possuem potência, respectivamente, de 9,1 kWp e 35 kWp, e foram instalados em fevereiro e janeiro deste ano. A empresa de cuias é a primeira do segmento a receber a certificação no país.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

IDEAL concede primeiro Selo Solar a uma vinícola

Os vinhos da Guatambu Estância do Vinho, localizada em Dom Pedrito, na região da campanha gaúcha, são produzidos com energia solar. E, em breve, quem consumir a bebida poderá ver, nos rótulos das garrafas, a marca do Selo Solar, certificação concedida pelo Instituto IDEAL neste mês. “Com muita alegria soubemos da notícia de que vamos receber o Selo. Se trata de um passo importante para mostrar que nossos vinhos são sustentáveis”, afirmou Valter José Pötter, diretor-proprietário da empresa.

A vinícola, que além de produzir vinhos recebe turistas, foi construída para ser sustentável. “Trabalho há 50 anos no campo e aprendi o que é certo, o que é errado e o que é possível fazer. A primeira razão de optarmos pelo uso da energia solar é porque ela é sustentável”, relatou o diretor-proprietário. Além da fonte alternativa de energia, a água da chuva é reutilizada, e os resíduos líquidos e sólidos são utilizados, respectivamente, na irrigação e no tratamento de animais.

A segunda razão para o uso de energia solar foi a busca por um diferencial no mercado, já que a venda de vinhos é altamente competitiva. Segundo Valter José Pötter, são mais de 100 mil rótulos disputando espaço no Brasil, muitos deles importados, em que são embutidos menos impostos ou, até mesmo, contrabandeados. “Tínhamos que ter um diferencial para conquistar mercado. E apostamos na sustentabilidade”.

No início do projeto, os proprietários da Guatambu começaram a buscar informações sobre a energia eólica, já que a região contava com diversos parques eólicos. Um pesquisador da Pontifícia Universidade Católica (PUC) chegou a analisar a situação em sua tese de doutorado, mas concluiu que o vento, no local onde estava a empresa, não era o adequado. Seria necessário um investimento muito alto. Então, começaram os testes com energia solar.

Inicialmente, foi realizado um piloto, com 18 painéis, no fim de 2014. Na época, não havia na região indústrias em funcionamento com sistemas solares, apenas residências. “Tínhamos que testar como seria com o clima de região, com chuvas de pedras, sol de 40 graus, geada, ventania. Como iria se comportar?”, lembrou Pötter. O resultado agradou. Foram instaladas 100 placas, totalizando 156 kWp, com uma tecnologia superior e uma melhor estrutura. Para a surpresa, o sistema gerou de 20% a 25% a mais do que o projetado. Toda energia da Guatambu Estância do Vinho é suprida e ainda sobra um excedente para ser usado em outros negócios do proprietário.

Foram investidos R$ 1,5 milhões. A conta de energia, que girava em torno de R$ 12 a 18 mil, caiu para cerca de 10%, contando a demanda contratada e os impostos. A expectativa é de que o investimento seja abatido em um período em torno de oito anos. “Mas eu insisto que o mais importante é o ganho de mercado. Depois da instalação passamos a ser reconhecidos. Vieram excursões de vários lugares do país, como Rio de Janeiro e São Paulo. Gerou muita mídia espontânea.”

No entanto, a mais recente conquista e reconhecimento recebidos pela Guatambu foi o Selo Solar, uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW. Desta forma, a vinícola se tornou a primeira do Brasil a possuir a certificação.

Imobiliária de São Borja (RS) recebe o Selo Solar

A Imobiliária Ícaro, de São Borja, no Rio Grande do Sul, recebeu o Selo Solar este mês. O sistema fotovoltaico, de 13,95 kWp, está instalado desde agosto de 2016 no telhado da empresa.

Além de produzir toda a energia consumida na imobiliária, parte dela é usada para abater a conta de luz da residência do proprietário da empresa, Gilberto Parcianello. Esta operação é chamada de autoconsumo remoto.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

 

Com informações de www.selosolar.com.br.

Indústria de pré-moldados de Alagoas é a primeira do setor e do estado a receber o Selo Solar

A Pré-Moldados Empresarial Alagoas, de Maceió-AL, é a primeira unidade consumidora do setor e também do estado a receber o Selo Solar. O sistema solar fotovoltaico, com potência de 92 kWp, está instalado desde dezembro de 2016. “Com o Selo Solar, podemos mostrar para a sociedade que estamos contribuindo para o meio ambiente e alinhados com as necessidades do mundo”, afirmou o proprietário da indústria, Roberto Boness.

O principal objetivo da iniciativa foi mitigar os danos à natureza, já que a indústria que trabalha com cimento é poluidora. “Conseguimos zerar a emissão de gases poluidores e compensar os danos à natureza”, disse Boness. O sistema solar fotovoltaico se soma a outras iniciativas sociais da Pré-Moldados Empresarial Alagoas.

De acordo com Boness, a indústria também atua com um projeto de reeducação de presos. Há cinco anos, detentos trabalham na indústria durante o dia e voltam para as penitenciárias à noite. Já participaram da iniciativa 150 presidiários. “Buscamos ter um perfil sócio-ambiental responsável”, afirmou Boness.

Do ponto de vista financeiro, a economia mensal ficou em torno de oito a 10 mil reais por mês. A expectativa é de que o retorno do investimento, de R$ 500 mil, ocorra em cerca de cinco anos.

O Selo Solar é uma iniciativa do Instituto IDEAL com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

Circo e cinema itinerantes recebem Selo Solar

A kombi do Circo De La Costa, de Itaboraí, no Rio de Janeiro, e a segunda van do CineSolar, da Associação Cultural Simbora, com sede em São Paulo-SP, receberam este mês o Selo Solar Socioambiental por utilizar 100% de energia solar em suas sessões e apresentações. Ambos são projetos itinerantes que difundem a sustentabilidade de suas iniciativas por meio da arte. O Circo De La Costa destina parte de sua arrecadação para ações de reflorestamentos nas cidades onde se apresenta. As sessões do CineSolar são sempre gratuitas.

O sistema fotovoltaico (FV) conectado a baterias que abastece o Circo De La Costa tem uma potência de 0,24 kWp. O sistema FV da segunda van do CineSolar tem 0,84 kWp de potência nominal. As duas estações móveis do CineSolar tem agora a chancela do Selo Solar, uma iniciativa do Instituto IDEAL e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com apoio do WWF-Brasil e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ e KfW.

Selo Solar: novas diretrizes facilitam o processo de solicitação

As diretrizes do Selo Solar, uma certificação para consumidores que consomem eletricidade a partir da geração fotovoltaica (FV), foram reformuladas com o propósito de facilitar o processo de solicitação do Selo e de avaliação do mérito. Agora temos duas categorias com regras próprias e específicas: Mercado Livre e Geração Distribuída. Desenvolvido pelo Instituto IDEAL, com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da GIZ e KfW, o Selo Solar tem ainda, desde 2015, a chancela do WWF-Brasil. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) é parceira da iniciativa na categoria Mercado Livre desde a sua criação, em 2012.

A categoria Geração Distribuída irá atender a consumidores residenciais, comerciais, rurais, estatais e industriais proprietários de um micro ou minigerador FV conectado à rede. Para eles, houve mudança no critério. A exigência agora é comprovar uma potência fotovoltaica instalada mínima, que varia conforme o subgrupo tarifário ao qual a unidade consumidora está classificada.

Para consumidores livres, especiais e autoprodutores, os critérios de consumo de energia solar seguem os mesmos. Estes só podem receber o Selo Solar se alcançarem um valor mínimo de energia consumida (em MWh por ano) por subgrupo tarifário, que constam nas diretrizes da categoria Mercado Livre.

Ao exigir apenas documentos digitais, todo o processo torna-se mais simples e ágil. A declaração de anuência, por exemplo, agora precisa ser enviada apenas eletronicamente, e não mais por correio ordinário. A relação de documentos, igualmente, é específica para cada categoria, sendo que para geração distribuída, os documentos também são claramente diferenciados para pessoa física e jurídica.

Outra mudança que agilizará os trâmites do processo é a determinação de prazos. Os solicitantes terão um tempo máximo para responderem às dúvidas que surgirem no processo de avaliação e, o mais importante, para encaminhar a documentação depois de preencherem o formulário online. Essa deve estar completa e em um único email (arquivos zipados ou em um PDF que reúna a todos). A análise pelo IDEAL só iniciará diante da confirmação do recebimento da documentação completa.

Igualmente, as novas diretrizes se adequaram às alterações na Resolução Normativa 482 da ANEEL com a inclusão de critérios para as novas modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada na Categoria Geração Distribuída Outro ponto muito importantes está relacionado ao tempo mínimo de funcionamento do gerador FV: o sistema deve estar em funcionamento por, pelo menos, seis (6) meses, em ambas as categorias.

Diretrizes Mercado Livre
Diretrizes Geração Distribuída

Presidente do Ideal participa de evento do WWF Brasil

O presidente do Ideal, Mauro Passos, participará do segundo encontro do Diálogos Energéticos, evento gratuito promovido pelo WWF-Brasil, que será realizado dia 31 de agosto, no SP Center, em São Paulo. A geração de energia sustentável descentralizada – potencial e novos mercados é o tema do seminário. Na ocasião, a gerente de projetos do Ideal, Paula Scheidt, também apresentará os resultados do estudo ‘O mercado brasileiro de geração distribuída fotovoltaica em 2014’.

O seminário é uma iniciava do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil e reunirá outros importantes especialistas como Mark Senti, presidente da AML Superconductivity, empresa que se dedica à supercondutividade – tecnologia capaz de reduzir as perdas energéticas da geração à distribuição. Junto a ele, na mesma mesa, Mauro Passos e Pedro Sirgado, diretor executivo do Instituto EDP, de Portugal.

Com o objetivo de difundir oportunidades de negócio em mini e microgeração de energia e apontar os gargalos para que esta modalidade seja melhor aproveitada no país, o seminário terá participantes de concessionárias, governo, Poder Legislativo, empreendedores sociais e empresários do setor.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site wwf.org.br/dialogosenergeticos até o dia 28 de agosto, sexta-feira.