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Ideal ajuda a solarizar contêiner-palco do Teatro a Bordo

O Instituto Ideal estabeleceu parceria com a Berthi Produção e Arte, realizadora do projeto Teatro a Bordo, para instalação de um sistema fotovoltaico capaz de abastecer a demanda elétrica dos equipamentos de iluminação do contêiner-palco e, conseqüentemente, disseminar a tecnologia limpa. O Teatro a Bordo viaja pelo Brasil levando intervenções artísticas e oficinas educativas gratuitas para crianças e adultos. Com o apoio das leis de incentivo à cultura, o projeto democratiza e descentraliza o acesso à diversidade cultural, atingindo um público médio de 20 mil pessoas ao ano, que poderão ver o sistema FV em funcionamento a partir de setembro.

A parceria Ideal-Teatro a Bordo foi firmada no dia 16 de julho, quando os realizadores do projeto receberam capacitação sobre energia solar fotovoltaica, sistemas, tecnologias e sua aplicabilidade ao contêiner-palco. Do Instituto Ideal, estiveram presentes o presidente Mauro Passos e os gestores de projeto, Paula Scheidt e Peter Krenz. Também participou do treinamento em São Paulo, umas das realizadoras do projeto Cinesolar, que contribuiu ao debate com a experiência de ter o sistema FV instalado e em funcionamento.

Para cumprir uma das missões do Teatro a Bordo – mostrar os benefícios da tecnologia solar fotovoltaica para a geração de energia no próprio local de consumo, sem emissão de CO2 e com independência elétrica para o veículo móvel – o Ideal também fornecerá material educativo para orientação ao público que participa das atividades do projeto.

Cinema itinerante recebe Selo Solar

O CINESOLAR, primeiro cinema itinerante do Brasil a utilizar energia solar para exibir filmes, foi certificado com o Selo Solar Socioambiental, uma iniciativa do Ideal e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Ainda este mês, foram entregues outros quatro novos Selos: o primeiro de Brasília e também o pioneiro do segmento de salões de beleza, e outros três para residências no Distrito Federal, em Videira (SC) e em Campo Grande (MS). Para receber o Selo Socioambiental, não é exigido um consumo mínimo de eletricidade vinda de fonte solar, mas sim a instalação voluntária do sistema de geração própria e a comprovação de benefícios sócio e/ou ambientais, caso do CINESOLAR.

Equipado com módulos solares na cobertura do veículo, o cinema itinerante viaja por várias regiões do país para realizar sessões gratuitas de longas-metragens brasileiros e curtas-metragens de temática socioambiental. Desde sua inauguração, em 2013, o CINESOLAR percorreu mais de 80 cidades brasileiras e contabiliza um público superior a 30 mil pessoas.

Segundo os coordenadores do projeto, neste período, foram economizados mais de 300 mil watts de energia elétrica, equivalente a cerca de 750 horas de uma geladeira ligada sem interrupções. Toda a energia consumida nas sessões de cinema vem do sistema fotovoltaico e o veículo pode ser visitado por aqueles que querem saber mais sobre a tecnologia.

O Selo Solar tem o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do KfW Banco de Fomento Alemão.